Água e degradação
Acesse a frente dedicada à acidificação, drenagem, remediação e leitura hidrológica das áreas degradadas.
Abrir Água.jpg&w=3840&q=75)
Uma leitura integrada do território: solos turfosos, circulação da água e formação histórica da Baixada Campista a partir do acervo, do campo e da memória local.
As turfeiras de Campos não podem ser lidas apenas como uma paisagem natural. Elas resultam de camadas geológicas, circulação de água, formas de uso do solo e decisões históricas que drenaram, ocuparam e fragmentaram a planície.
Organizar o conteúdo em pesquisas permite mostrar como a extração de argila, a drenagem artificial, a transformação dos brejos e a disputa pelo controle da água estão conectadas. O solo registra carbono e decomposição; a água mostra as conexões e rupturas; a história revela quem redesenhou esse território e com quais impactos.
Essa mudança também aproxima a experiência do visitante do trabalho real do projeto: leitura territorial, documentação de campo, análise ecológica e reconstrução histórica.

Esta área reúne os acessos diretos para as páginas específicas de água, Goytacá e história territorial dentro de Pesquisas.
Acesse a frente dedicada à acidificação, drenagem, remediação e leitura hidrológica das áreas degradadas.
Abrir ÁguaEntre na página específica sobre território, memória, crítica de fonte e presença indígena na planície campista.
Abrir GoytacáVeja a frente voltada à Capitania de São Tomé, cartografia histórica e formação territorial de Campos dos Goytacazes.
Abrir São ToméA seção histórica foi revista para trabalhar com duas camadas ao mesmo tempo: a memória regional preservada no acervo de São Tomé e a cautela exigida por fontes coloniais incompletas, tardias ou atravessadas por interesse de conquista.
A planície de São Tomé não aparece aqui como pano de fundo, mas como estrutura histórica. Mar, restingas, lagoas, brejos e rios ajudam a explicar ocupação indígena, circulação e posterior avanço colonial sobre áreas alagáveis.
A presença indígena é tratada como fundamento da história regional. Ao mesmo tempo, o texto evita repetir sem filtro descrições coloniais ou tradições tardias que transformam os Goitacá em figura exótica em vez de agente histórico do território.
A narrativa conecta a tentativa de ocupação da Capitania de São Tomé, a reorganização fundiária posterior e, já no século XX, as obras de drenagem como partes de um mesmo processo de reordenação violenta da água e da terra.
Abrimos uma área específica para os Goytacá dentro de Pesquisas. Ela agora reúne linha do tempo visual, mapa histórico, iconografia e um texto revisto para separar evidência documentada, inferência plausível sobre o território e elementos que ainda precisam permanecer como hipótese interpretativa.
Para quem busca no Google por Goytacá, Goitacá, Capitania de São Tomé ou história indígena de Campos dos Goytacazes, este é o ponto central da nossa editoria histórica.
Abrir GoytacáSeleção de mapas, documentos e imagens do acervo de São Tomé usados para sustentar a nova seção histórica.






A área de pesquisas agora lê publicações do catálogo editorial com tipo research. Isso permite atualizar títulos, capas, datas e categorias via admin sem reescrever esta página manualmente.

Estudo inicial sobre o tratamento de água altamente ácida com compostos fenólicos da aroeira-vermelha, combinando coagulação, alcalinização e redução de contaminantes em uma amostra de lagoa de rejeito cerâmico de Campos dos Goytacazes.
Abrir publicação
Nota técnica sobre emissões de CO2 na produção cerâmica em Campos dos Goytacazes, com correção dos parâmetros de cálculo para tijolos com incorporação de turfa e discussão de mitigação.
Abrir publicaçãoEstratégias químicas e biológicas para prevenir reacidificação em lagos com solos sulfatados ácidos, com foco em submersão contínua, cal, tanino e bactérias redutoras de sulfato.
Abrir publicação.jpeg&w=3840&q=75)
Pesquisa sobre presença indígena, memória regional e limites das fontes coloniais na leitura da planície de São Tomé.
Abrir publicaçãoA área de pesquisas articula evidência de campo, memória histórica e leitura hidrológica. O blog editorial complementa essa base com textos mais narrativos e públicos.